Projetos Musicais



O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.



Confira os shows realizados
em 2014:
NOTA PÚBLICA
Repúdio à sanção
do Governo para
extinção das
fundações estaduais

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 Em Porto Alegre
 
Sede da Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943 - Farroupilha)

6/12/14 | Novo horário 19h
Música Latinoamericana por Castañera
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Alfredo Vicente/Divulgação
Foto: Alfredo Vicente/Divulgação


O argentino Eduardo Castañera apresenta seu recital de violão erudito. O repertório é uma homenagem aos compositores Heitor Villa-Lobos, Agustín Barrios e Astor Piazzolla.

PROGRAMA

H. Villa-Lobos

Preludio Introdução (Bachiana Nº4)
Preludios Nº 1-2-5
Trenzinho Caipira

A. Barrios
Choro da Saudade
Vals Op. 8 N° 3
Danza Paraguaya

A. Piazzolla
Campero (milonga)
Libertango (tango)
Adios Nonino (tango)

EDUARDO CASTAÑERA – O músico nasceu em Buenos Aires, Argentina. Aos seis anos de idade, iniciou os estudos de violão com os mais conceituados maestros do mundo violonístico da capital portenha. Aos nove anos apresentou-se nos principais centros musicais do País, nas cidades de Buenos Aires, Rosário e Mar del Plata. Em 1970, começou os estudos de aperfeiçoamento com o maestro Abel Carlevaro. Os seus primeiros prêmios foram nos recebidos nos seguintes concursos internacionais de violão: Porto Alegre, 1975; Cidade de Quito, Equador, 1976; Alírio Díaz, Caracas/Venezuela, 1977; Prêmio H. Villa-Lobos, acompanhando a Orquestra de Câmara da Rádio MEC, Rio de Janeiro, 1980. Também foi laureado nos concursos internacionais organizados pela Radio France (ORTF) em 1979 e 1984, em Paris, e no concurso da Cidade de Alexandria, Itália, em 1984. Em 2002, lançou o CD P´al Sur, patrocinado pela Prefeitura de Porto Alegre, trabalho que, em 2003, recebeu indicação no Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor CD de Música Erudita. Em março de 2004, lançou, na coleção Toque de Mestre da Editora HMP, o livro “O Violão Prático”, sobre técnica violonística. Desde 2010, tem realizado apresentações na Europa, em países como Espanha, França e Suíça.

22/11/14 | 18h
Eduardo Pitta apresenta Prá relaxar
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Marcelo Monegal
Foto: Marcelo Monegal


Além do trabalho solo Pra relaxar, Pitta apresentará músicas que fazem parte da sua trajetória. No repertório, Fio de cabelo (Eduardo Pitta/Marcos Lopes), Eu não nasci no morro (Tulio Piva), Piquena, Atrás das nuvens, Perfume, Vamos voar para a lua e Eu deixo você ir (Eduardo Pitta/Esdras Bedai), Eu sambo mesmo (Janet de Almeida), Um brinde a música (Eduardo Pitta/Mauricio Coringa), Num papelzinho o nome dela (Eduardo Pitta), Espelho, Cabocla, Gira mundo girou (Eduardo Pitta/Alexandre Mello), Kizomba do tempo (Eduardo Pitta/Esdras Bedai/Eduardo Luca/Toni Ferreira).

EDUARDO PITTA – Cantor e compositor. Gravou o primeiro CD Beco das Garrafas e o DVD Eu sambo mesmo, com o grupo Regional Lua de Prata. Em 2009 os caminhos levaram Eduardo Pitta para o Rio de Janeiro. Nesse período, ao lado do pernambucano Esdras Bedai, gravou o CD Retropicalia. Em 2013, retornou a Porto Alegre para se dedicar ao seu primeiro trabalho solo, Pra Relaxar. E esse show marca a estreia de um novo compositor da música brasileira com uma interpretação impecável.

Eduardo Pitta apresenta Prá relaxar


8/11/14 | 18h

Luciana Costa apresenta Baladas por si
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Kristina Rosa
Foto: Kristina Rosa


Trabalho solo (voz e violão) em que mostra o seu lado autoral. Baladas e rock baladas dão o tom para esse show, onde num clima bem descontraído, como se estivesse na sala de casa, ela interpreta suas novas e antigas composições.

No roteiro, Daqui a pouco já é amanhã, Tempo, Mais um dia, Corro perigo, Um pouco do que sempre quis, Nem a morte separa, Estrela-diamante, Nosso dia, Simples, Em cada esquina, Meu coração, O sol e ela.

LUCIANA COSTA – Cantora e compositora. Em 2003 gravou seu primeiro CD, Ilustre Rebeldia, com o qual ganhou três prêmios açorianos nas três categorias melhor intérprete, melhor compositora e melhor disco pop rock. Em 2005, o CD foi pré-selecionado ao Prêmio TIM de Música. Dividiu o palco com Adriana Calcanhoto, Flora Almeida, Nei Lisboa, entre outros. Está trabalhando em seu novo CD.

Luciana Costa apresenta Baladas por si



25/10/14 | 18h
Felipe Azevedo em Tamburilando canções em trânsito
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Diego Sapienza
Foto: Diego Sapienza


O artista contempla em seu repertório canções e temas instrumentais de sua autoria e de outros autores os quais são arranjados e executados no violão de 7, violão de 6, viola caipira e ukulele hawaiano, incluindo o canto. No repertório, canções de sua autoria Milonga con dolor, Viola de guia, Tema para um compasso de espera, Choro deslizante, Quebradinho, Fazendo Hora, Balagulá, xibimba; e em parceria com outros compositores: A janela entreaberta, Ribeira, fronteira (Felipe Azevedo/Marco de Menezes).

FELIPE AZEVEDO – Compositor, violonista, cantor, educador musical e ensaísta. Tem quatro discos lançados: Cimbalê, 1998; Identidades, 2002; Percussìvé ou a prece do louva-a-deus, 2007; e Tamburilando Canções – Felipe Azevedo – Violão com voz, 2011/12. Vencedor de seis prêmios Açorianos. Já se apresentou em turné por países como Suíça, Noruega e Uruguai. Mestre em Letras, especialista em Educação e também Licenciado em Música e Letras, além de bacharel em Cordas – Violão.

Felipe Azevedo em Tamburilando canes em trnsito


11/10/14 | 18h
Angelo Primon em Olhar o mar
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Camila Mazzini
Foto: Camila Mazzini


Um diálogo musical entre o passado e o presente. Compositores açorianos como Zeca Medeiros, Luís Gil Bettencourt, Fernando Reis Júnior juntam-se à Dulce Pontes e Madredeus no repertório. No palco, Primon (viola de 10 cordas, violão, arranjos e direção musical), Matheus Kléber (piano, teclado e acordeom), Débora Dreyer e Eduardo Alves (voz). O musical contará também com algumas surpresas, como poemas gravados por Nei Lisboa, Marcelo Delacroix, Richard Serraria e Adriane Muller.

REPERTÓRIOSolar nº 1 e Manhã (Angelo Primon), Interlúdio (Matheus Kléber), O Mar e O Pastor (Madredeus), Atlântico (José Medeiros), Canção do Mar (Dulce Pontes), Cantiga da Terra, O Bailado da Garça (José Medeiros), Lamento (Fernando Reis Júnior) e Leviatã (Luís Gil Bettencourt).

ANGELO PRIMON Com 26 anos de carreira, o instrumentista, compositor e produtor porto alegrense já atuou com artistas de várias tendências: Arthur de Faria, Vanessa Longoni, Nei Lisboa, Adriana Deffenti, Nico Nicolaiewski, Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro, Gilberto Gil, entre outros. Foi vencedor do Prêmio Açorianos como Melhor Instrumentista na categoria MPB em 2006 e 2008; e  em 2011, na categoria de Melhor Arranjador MPB juntamente com Richard Serraria por Pampa Esquema Novo. Desenvolve pesquisa sobre as sonoridades da viola de dez cordas, a viola de cocho, a rabeca, o oud árabe e o sitar indiano e suas aplicações.

Angelo Primon em Olhar o Mar


27/9/14 | 18h | Entrada franca
Bebeto Alves, King Jim e Jimi Joe em Los 3 Plantados
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Foto: Bebeto Alves
Bebeto Alves, King Jim Joe em Los 3 Plantados | Foto: Bebeto Alves


Bebeto Alves, King Jim e Jimi Joe, figuras conhecidas do cenário musical gaúcho, têm, além da arte, outro fator em comum: são transplantados. Bebeto e King Jim de fígado e Jimi Joe de rim. No dia 27 de setembro, Dia Nacional da Doação de Órgãos, eles lançam um novo trabalho em edição especial do Ecarta Musical, promovido em conjunto com o Cultura Doadora, também projeto da Fundação Ecarta: o show Los 3 Plantados.  A apresentação será a primeira de uma série, pois o principal objetivo é incentivar a doação de órgãos e tecidos. No repertório, composições feitas por eles exclusivamente para este projeto, além de sucessos das suas carreiras individuais.

Como surgiu o Los 3 Plantados
Os três músicos já se conheciam há um bom tempo, mas nunca haviam trabalhado juntos.  Em 2013, ano em que todos passaram por transplantes, após muito tempo na “fila de espera”, a jornalista Juliana Franzon, esposa de Jimi Joe, fez uma proposta: “Quando vocês estiverem bem, poderiam montar uma banda dos transplantados.” A ideia não só foi aceita como se tornou uma maneira do trio expressar sua gratidão e alegria pela chance de continuar suas vidas e carreiras.

Mais sobre o projeto Cultura Doadora
Lançado pela Fundação Ecarta, com apoio do Sinpro/RS, em setembro de 2012, o Cultura Doadora visa contribuir na formação de uma cultura de solidariedade e de uma atitude proativa para com a doação de órgãos e tecidos. É voltado à comunidade escolar, mas estende-se também à sociedade em geral. Além de promover ações constantes de conscientização e sensibilização, o projeto conta com um grupo de pedagogos dedicado a elaborar sugestões de abordagens sobre o tema em sala de aula, para os diferentes níveis de ensino.

Acesse todo o conteúdo do projeto Cultura Doadora

Bebeto Alves, King Jim e Jimi Joe em Los 3 Plantados
   


20/9/14 | 18h | Entrada franca
Richard Serraria apresenta Grandmaster Groove

Foto: Nathály Weber
Richard Serraria apresenta Grandmaster Groove | Foto: Nathály Weber


Acompanhado por Angelo Primon (guitarras, voz e violão), Mimmo Ferreira (baixo) e Diego Banega, Richard apresentará uma prévia do seu sétimo disco, em produção, com lançamento marcado para 2015. No repertório, Giba Gigante Negão, Livro do Desasossego, Só se for só, Um bonde chamado desejo, Oceanoser, Jangadeiro não sabe nadar, Fado para Preta Flor, Palavra Gota de Sereno, Cabelo Pixaim.

RICHARD SERRARIA – Poeta, compositor e cancionista. Vencedor de cinco prêmios Açorianos. É doutorando em Letras na Ufrgs estudando o processo de composições de canções. Tem seis discos lançados.

DUDA CUNHA – Músico, compositor e instrumentista. Em 2012 e 2013 fez parte de um especial Elis Regina com o show Essa Mulher, com a cantora Nani Medeiros, e o show Para Viajar No Cosmos Com Nei, com a cantora Elisa Meneghetti, fazendo um especial Nei Lisboa. Integra o coletivo de artistas Bloco da Laje, que faz o resgate das origens do carnaval da cidade de Porto Alegre, e o Grupo Chama Violeta.

ANGELO PRIMON – Músico e compositor. Tem trabalhado com artistas de vários estilos e tendências. Tem também um trabalho autoral e um CD chamado Mosaico (Açorianos 2005 Melhor Show e Melhor CD instrumental de 2004).

DIEGO BANEGA – Uruguaio, reside em Porto Alegre. Músico (baixo), participou de vários festivais de reagge e jazz em vários países, dentre eles, Canadá, Estados Unidos, Uruguai, Brasil e Alemanha.

Richard Serraria apresenta Grandmaster Groove
   



6/9/14 | 18h | Entrada franca
Conjunto de flautas transversais Arsis

Foto: Ana Carolina Bueno
Conjunto de flautas transversais Arsis | Foto: Ana Carolina Bueno


Composto por Rafael Marques, Luciano Goularte, Paola Barth, Vinícius Dias Prates, e Leonardo Loureiro Winter, o conjunto se caracteriza pela apresentação de repertório composto e arranjado especialmente para a família das flautas transversais. O variado repertório perpassa diferentes estilos e períodos musicais: do barroco ao contemporâneo, da música erudita à música popular, com Joseph Bodin de Boismortier, Bach, Mozart, Toru Takemitsu e Berthomieu

Além da flauta transversal comumente utilizada – flauta de concerto ou flauta em dó – são apresentados outros instrumentos da família das flautas como o piccolo ou flautim, a flauta em sol e a flauta baixo. Através da combinação destes instrumentos são recriadas sonoridades e texturas que permitem recordar os diferentes grupos orquestrais.

RAFAEL MARQUES – Natural de Porto Alegre, foi aluno da Escola de Música Ipdae, participou da Orquestra Jovem Ipdae, participando da gravação do CD Sinfonia da Lomba, onde atua como integrante e solista. Passou no Concurso Jovens Solistas Sesi-Fundarte 2011 solando com a Orquestra de Câmara Fundarte. É aluno do curso de Bacharel em Música  na Ufrgs e instrumentista  do Conjunto de Câmara  Ipdae e Orquestra de Flautas Transversas Ipdae.

LUCIANO GULARTE – Aluno de bacharel em flauta transversal da Ufrgs, iniciou seus estudos musicais em 2007 na escola de música Ipdae, onde tem atuado como músico integrante do grupo de flautas transversas, e do Conjunto de Música de Câmara Ipdae.

VINICIUS DIAS PRATES – Formado pela Ufrgs em 2004, cursa mestrado em Práticas Interpretativas no Programa de Pós-Graduação em Música da Ufrgs. É primeiro flautista da Orquestra Filarmônica da Pontifícia Universidade Católica do RS e flautista da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo.

LEONARDO WINTER – Professor Associado de Flauta, Música de Câmara e orientador no Programa de Pós Graduação em Música – Mestrado e Doutorado em Práticas Interpretativas (ênfase: flauta), na Ufrgs. Doutor em Execução Musical (Flauta) pela Ufba, tem publicado artigos em revistas especializadas enfocando o repertório brasileiro para flauta, análise e interpretação musicais e ansiedade na performance musical, bem como apresentado trabalhos sobre performance musical em conferencias internacionais.

PAOLA BARTH – Começou seus estudos de flauta transversa aos 14 anos. Estudou com flautistas como Maurício Freire Garcia (Ufmg0 e Jéssica Dalsant (Osesp). Integrou orquestras como a Orquestra da Escola de Música (Ufmg), Orquestra Jovem de Guarulhos e Orquestra dos Bolsistas do 45º Festival de Campos do Jordão. Atualmente é aluna do prof. Leonardo Winter e formanda do curso de Música da Ufrgs.

Conjunto de flautas transversais Arsis
   

 

23/8/14 | 18h | Entrada franca
A Canção Sul-Riograndense

Foto: Igor Sperotto
A Canção Sul-Riograndense | Foto: Igor Sperotto


A soprano Deisi Coccaro e o violonista Fernando Mattos (viola caipira e violão decacorde) apresentam obras de importantes compositores gaúchos, tanto populares como eruditos, dos séculos XX e XXI, compostas ou arranjadas para violão e voz. No repertório, Acalanto, Colonial (Luiz Cosme – 1908-1965), Violão, Quero-quero (Natho Henn – 1910-1958), Milonga de Paus (Bebeto Alves – 1954), Neve de Papel, Noite de São João (Vitor Ramil – 1962), Quero-quero, Pula-Pula, Bem-te-vi (Fernando Mattos – 1963), Canção Tupy (Felipe Azevedo – 1964) e Pinheira, Carinho (Daniel Wolff – 1967).

DEISI COCCARO – Bacharel em música pela Ufrgs, participou de vários cursos com renomados professores: Steve Smith (EUA), Cláudio Arais Dias (Alemanha), Laura de Souza (Brasil/Alemanha), Sandro Christopher (Brasil/EUA), Gabriela di Laccio (Brasil), Annette Küttenbaum (Alemanha), Liliana Polli (Itália), Carlos Rodriguez (Brasil), Johan Eller (EUA), Marconi Araújo (Brasil) e Luisa Giannini (Ita). Em 2006 foi selecionada como bolsista do Ministério de Relações Exteriores da Itália, para um Curso de Especialização em Canto Lírico e estudou com a soprano italiana Patrizia Morandini. Ainda na Itália participou da Materclass Internacional Florence Opera. Participou como solista em oratórios, cantatas e missas e de diversos recitais no Brasil – Teatro São Pedro, Auditório Tasso, Sala Radamés Gnatalli, Auditório Luis Cosme, Studio Clio, Centro Cultural CEEE, Museu Casa Brasileira/SP, entre outros – e na Itália, em Florença e Scandicci. Participou, como intérprete, do grupo de música contemporânea Ensemblefantes em 2010. É professora de canto da Eclética Centro de Música e atua como professora convidada em seminários e festivais.

FERNANDO LEWIS DE MATTOS – Bacharel e mestre em música pela Ufrgs. Após ter lecionado no Projeto Prelúdio, entre 1987 e 1998, Mattos passou a integrar o quadro de professores do Departamento de Música da Ufrgs. De suas atividades como compositor e arranjador, constam obras para diversas formações, com peças para instrumento solo, música de câmara, canções, música coral, música orquestral, peças didáticas, transcrições e arranjos vocais e instrumentais. Também compõe música de cena para teatro, vídeo e cinema, além da produção de material sonoro para participação em exposições. É coordenador do grupo musical Música Mundana, dedicado à pesquisa e interpretação de música antiga de diferentes regiões e à música brasileira, tanto tradicional quanto contemporânea. Como pesquisador, dedica-se ao estudo da música brasileira moderna e contemporânea. Recebeu vários prêmios. Dentre eles, Prêmio Açorianos na categoria Melhor Compositor Erudito, nas edições de 2003 e 2008 e no  Prêmio Açorianos para Espetáculos Musicais, edição 2013.

A Canção Sul-Riograndense


9/8/14 | 18h | Entrada franca
Luiz Carlos Borges Quarteto

Foto: Eduardo Rocha
Luiz Carlos Borges Quarteto | Foto: Eduardo Rocha


O show apresenta a trajetória de mais de 50 anos de música desse artista, transitando pelos caminhos da música regional gaúcha e também do folclore e cancioneiro popular sul americano, especialmente da Argentina. A música instrumental é presença constante nos concertos e apresentações de Luiz Carlos Borges, onde mostra a exuberância de alguns ritmos como o vanerão, a milonga, o chamamé, a toada, a rancheira ou o xote, entre outros.

No repertório do show, Suíte para Ana Terra, Forró nas Missões, Encontro com a milonga, Correntino, De véio pra veio (Luiz Carlos Borges), Na garupa do baião, Florêncio Guerra, Caçapavana, Peñarol (Luiz Carlos Borges e Mauro Ferreira), Tropa de Osso (Luiz Carlos Borges e Humberto Gabbi Zanatta), Tio Euclides (Luiz Carlos Borges e Luiz Sergio Metz "Jacaré") e Vidro dos olhos (Luiz Carlos Borges e Apparício Silva Rillo).

LUIZ CARLOS BORGES O cantor, compositor e acordeonista iniciou sua carreira aos sete anos e idade, no conjunto Irmãos Borges, na região missioneira do Rio Grande do Sul, com quem gravou seus três primeiros discos. Sua carreira solo iniciou a partir do sucesso com a composição Tropa de Osso, premiada na 9ª edição da Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul, movimento musical que revolucionou a Música Tradicional Gaúcha (MTG) na década de 70. Borges é formado em Música e já assumiu cargo como assessor de Cultura e Turismo das cidades de São Borja e Santa Maria. Em 1983 idealizou e desenvolveu o Festival Musicanto Sul-Americano de Nativismo, evento que já completou 25 anos em Santa Rosa. No ano de 1992, lançou seu 1º CD Internacional Gaúcho Rider, com agenda de shows pela Europa. Em 2005, esteve em Viena, na Áustria, representando o Brasil junto a outros diversos artistas da música regional gaúcha. Em 2006 com o violonista Maurício Marques mais Renato Borghetti Quarteto, participou do festival de música e poesia da cidade de Elko, em Nevada, nos Estados Unidos. Em 2007 a convite da inesquecível Mercedes Sosa, participou da última turnê da cantora pela Alemanha e Israel fazendo parte também do seu último álbum, Cantora, com a música Misionera. Com 50 anos de carreira e mais de 32 discos gravados, Luiz Carlos Borges é considerado embaixador cultural do Rio Grande do Sul.

Luiz Carlos Borges Quarteto


19/07/14 | 18h | Entrada franca
Monica Tomasi apresenta Intermitente

Foto: Renato Grimm
Monica Tomasi apresenta Intermitente | Foto: Renato Grimm


Com cinco álbuns gravados, Monica Tomasi volta a flertar com o pop-rock que marcou o início de sua carreira. Intermitente, show homônimo do quinto álbum recém lançado, mostra que seu trabalho autoral se beneficia com a riqueza sonora do Brasil. São canções inéditas, entre elas novas parcerias com Bebeto Alves, Marcio Celli, Caio Martinez, Fernando Peters e Nelson Coelho de Castro.

MONICA TOMASI – Cantora, compositora, instrumentista e produtora musical gaúcha, é considerada uma das principais vozes da música urbana no Rio Grande do Sul atualmente. Seu trabalho autoral contempla o samba, o pop, o elétrico, o acústico e o tradicional, dando importância às mais diversas referências da criação musical. Tem cinco CDs gravados e participações nos CD Lua Caiada, de Nelson Coelho de Castro, DVD e CD Cidadão Quem, Monica também produz trilhas para teatro – a trilha de A Comédia dos Erros ganhou o Prêmio Açorianos de Teatro em 2009. Discografia: LP Eu Fórica (1990); CD (1996), pelo selo Dabliú Discos; CD Ideias Contemporâneas Sobre o Amor (2003),  CD Quando os Versos Me Visitam, financiado pelo Projeto Petrobrás Cultural/2006; CD Intermitente (2013).

Mais em: 
www.monicatomasi.com.br
www.youtube.com/watch?v=LzKBMfA4k1g
www.youtube.com/channel/UCfEdywAHc0ai92i-DNBzcSw
www.facebook.com/monicatomasioficial?fref=ts

Monica Tomasi apresenta Interminente



14/06/14 | 18h | Entrada franca
O uruguaio Leo Sosa apresenta Es Ahora

Foto: Michelle Altier
O uruguaio Leo Sosa apresenta Es Ahora | Foto: Michelle Altier

Radicado em Porto Alegre, o uruguaio Leo Sosa apresenta o seu projeto autoral. O show conta com participação especial do cantor e compositor Richard Serraria. O repertório de Es Ahora, construído durante quase uma década, unifica o folclore rural platino com o urbano, passando pelas batidas do pop, do rock e do reggae. Em algumas faixas, dominam ritmos típicos de Montevidéu, como o candombe, em 37 Años, e a murga canción — das músicas de carnaval no Uruguai — Lluvia de Verano. Entre as demais selecionadas, estão a que dá nome ao espetáculo, Es Ahora (poesia musicada), Quextraño (aire de chacareira), Cimiento de Arena (milonga reggae), Raíces (funk-candombe) e Faro (balada 6/8) e Mas Que Dos (bossa nova).

LEO SOSA – Nascido em Montevideo, viveu os seus primeiros nove anos, se na cidade de Artigas, na fronteira com a cidade de Quaraí, do Río Grande do Sul. Começou sua carreira musical em 2001, se apresentado como solista e com bandas em Montevideo. É guitarrista, percussionista e compositor. Também, professor.

O uruguaio Leo Sosa apresenta Es Ahora
     

 


07/06/14 | 18h | Entrada franca

Irish Fellas apresenta Msica Tradicional Irlandesa

Foto: Caetano Santos
Irish Fellas apresenta Msica Tradicional Irlandesa | Foto: Caetano Santos

Caetano Maschio Santos (bandolim, banjo, tin whistle e flauta), Victor De Franceschi (violo) e Renato Mller (gaita ponto) apresentam temas tpicos das irish sessions, com um repertrio composto tanto de msica folclrica instrumental (algumas peas datadas do sculo 19 ou antes), quanto de msicas cantadas, conhecidas, em sua maioria, como irish drinking songs, cuja sonoridade remete paisagem do cotidiano dos irlandeses, seus costumes, hbitos e traos caractersticos.

IRISH FELLAS Acumulam mais de 100 apresentaes em diversas cidades, como Rio de Janeiro, So Paulo, Porto Alegre e interior gacho. Em 2013, os Irish Fellas foram selecionados para representar a cultura irlandesa no Rock In Rio, participando dos sete dias de festival. O trio Irish Fellas surgiu no incio de 2011 a partir da iniciativa de Caetano Maschio Santos, aps uma curta temporada morando em Wicklow, ao sul de Dublin, e viajando pelo litoral sul da Irlanda. Amigo de longa data e tambm possuidor da experincia de morar nas ilhas britnicas, Victor De Franceschi foi o primeiro a ser convidado a participar do projeto. Aps meses de pesquisa e ensaios em duo, seu violo se tornou a sustentao harmnica sobre a qual se desenvolvem os temas e canes do conjunto, adquirindo um estilo prprio para o acompanhamento das peas tradicionais irlandesas, que incluem afinaes alternativas para o seu instrumento. Oriundo da tradio musical gacha, Renato Mller, msico de vasta experincia e carreira solo juntou-se ao projeto em 2012, incorporando diferentes ritmos e cores atravs da rica sonoridade de seu instrumento, aproximando as fronteiras da msica regional gacha com a msica tradicional irlandesa.

Irish Fellas apresenta Msica Tradicional Irlandesa
     


24/05/14 | 18h | Entrada franca
Mar Azul
Com Tássia Minuzzo (voz) e Michel Dorfman (piano)

No repertório predominam o embalo dos jazzistas George Gerswhin, Cole Porter, Nat King Cole, e outros consagrados, com a delicadeza brasileira da Bossa Nova. Aqui entram músicas que se eternizaram na voz de Wanda Sá e Elis Regina, e outras que ditaram os novos rumos da nossa música pela batida contagiante de Baden Powell, Tom Jobim, Francis Hime e Edu Lobo. Algumas das interpretações ganham letra em francês, dando um grande charme e requinte as releituras, sem faltar as chansons do consagrado pianista, arranjador e compositor francês, Michel Legrand.

Foto: Luciano Leon
Mar Azul | Foto: Luciano Leon
PROGRAMA

Berimbau (Bidonville)
Paden Powell (1937) e Vinícius de Moraes (1913- 1980)
Encontro
Wanda Sá (1944) e Nelson Motta (1944)
E vem o sol
Marcos Valle (1943) e Paulo Sérgio Valle (1940)
Só me fez bem
Edu Lobo (1943) e Vinícius de Moraes (1913- 1980)
Bonita
Tom Jobim (1927 – 1994)
Estate
Bruno Martino (1925 – 2000)
Ah se eu pudesse
Roberto Menescal (1937) e Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994)
Atrás da Porta
Francis Hime (1939) e Chico Buarque (1944)
My funny Valentine
Richard Rodgers (1902 - 1979) e Lorenz Hart (1895-1943)
Agora ta
Tunai (1950) e Sérgio Natureza (1947)
I Love You for Sentimental Reasons
Nat King Cole (1919-1965)
Fascinating Rhythm
George Gerswhin (1898-1937)
Les parapluies des chebourg
Michel Legrand (1932)
It’s all right with Me
Cole Porter (1891-1964)
Gone with the wind
Max Steiner (1888-1971)
Récit de Cassard
Michel Legrand (1932)



Mar Azul



10/05/14 | 18h | Entrada franca
Música Brasileira a La Carte
Com o trio Ayres Potthoff (flauta), Daniel Wolff (violão) e Rodrigo Alquati (violoncelo)

Foto: Danny Bittencourt
Música Brasileira a La Carte | Foto: Danny Bittencourt

A formação da música, que hoje reconhecemos como brasileira, passa fundamentalmente pelos colonizadores portugueses e escravos negros africanos, que por aqui aportaram nos anos 1500. Com eles, vieram a música erudita, a música de salão, o batuque dos negros e as fanfarras militares. Pouco a pouco, a música praticada e dançada na senzala, nas casas dos senhores e nos salões da corte ganhou as ruas e, naturalmente, acomodou-se ao sotaque nativo, que aculturou polcas, mazurcas, valsas e batuques. Nasceu assim uma música abrasileirada, de caráter urbano, que teve na sua origem a essência afro-europeia e, na sua forma final, a personalidade e o caráter do povo local.

REFERÊNCIAS – A expressiva herança musical, muito bem assimilada e retrabalhada alguns anos depois por compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha, entre outros, colocou a música brasileira num patamar elevado de qualidade, que percorrendo o caminho contrário dos navegantes lusos, passou a influenciar músicos estrangeiros que buscaram no sabor da terra, referências para sua própria música.

No intuito de explorar o rico universo da música brasileira, o trio selecionou um repertório de compositores dos séculos XX e XXI, como Heitor Villa-Lobos, Thiago de Mello e Daniel Wolff, com traços que vem desde as nossas primeiras influências musicais - a modinha, o lundu e as danças europeias - até vertentes artísticas mais atuais.

O TRIO
Ayres Potthoff (flauta), Daniel Wolff (violão) e Rodrigo Alquati (violoncelo) tocam juntos por cerca vinte anos. Nestes anos de convívio musical, apresentaram-se por diversas cidades brasileiras, e em países como Uruguai, Noruega e Peru. Além do premiado espetáculo Beatles em Concerto, o grupo atualmente dedica-se aos compositores brasileiros, num trabalho que reúne Villa-Lobos, Thiago de Mello e Daniel Wolff.

PROGRAMA

Gaudêncio Thiago de Mello(1933-)
- Cavaleiro sem Armadura
- O Presidente
- Samba Chorado
Arranjo para flauta e violão por Daniel Wolff

Heitor Villa-Lobos(1887-1959)
- Aria das Bachianas Brasileiras n. 5
Assobio a jato para flauta e cello
- Allegro non troppo
- Adagio
- Vivo

Daniel Wolff(1967-)
Luto ­ Ballet de Câmara para flauta, violão e cello
- Luto
- Gazela
- Púrpura
- Quebra-dedos (Fingerbreaker)

Música Brasileira a La Carte



26/04/14 | 18h | Entrada franca
Encontro de violões

Foto: Duca Spall
Encontro de Violões | Foto: Duca Spall

É o reencontro dos amigos der palco Killy Freitas, Marcos Davi e o duo do Batuque de Cordas, Vinícius Corrêa e Claudio Veiga. Ganhadores de vários prêmios Açorianos de música, o Batuque de Cordas traz ao palco o repertório com o qual já fez várias turnês pelo Brasil e Europa. Seu trabalho mais recente é o CD Lendas Africanas, ao lado do percussionista Mico Louruz. Marcos Davi traz as composições e arranjos de seus CDs e Livro, além de Baden Powell, Edu Lobo e Hélio Delmiro. E Killy Freitas, recentemente indicado ao prêmio Açorianos nas categorias compositor instrumental e revelação, apresenta o seu CD mais recente, o D´Alma.







Encontro de Violões

 

12/04/14 | 18h | Entrada franca
Sambas e canções no show do Brasinaria

Foto: Daniele Zill
Brasinaria | Foto: Daniele Zill

Danny Calixto (violão e voz), Max dos Santos (sete cordas e cavaquinho), Giovanni Berti (percussão) e Fernando Sessé (percussão e eletrônicos) apresentam uma compilação de sambas e canções das décadas de 40 e 50, que traça um pouco do perfil do Brasil nesta época. No repertório, Nelson Cavaquinho, Braguinha, Ataulfo Alves, Assis Valente, Geraldo Pereira, Monsueto, Hervê Cordovil, Dorival Caymmi, Donga e Pixinguinha.

DANIELLE CALIXTO | Cantora, compositora e violonista, lançou seu primeiro CD, “Abracadabra”, em 2003. Esse trabalho ganhou espaço nas páginas da imprensa inglesa e as suas faixas ouvidas em importantes casas de shows em Londres. E no Brasil a repercussão não foi diferente: o disco tocou em mais de 40 rádios e Danny foi indicada ao Prêmio Açorianos 2004, nas categorias Intérprete Pop/Rock e Revelação. Ela participou do álbum “Suíte Xangri-lá”, de Fausto Prado e Caetano Silveira, da coletânea de compositores; do CD “Música na Casa”; da Casa de Cultura Mario Quintana, com uma canção autoral; e do disco e show do "Prabaticum, Esplatifum, Brasimbolá", de New e Luís Mauro Vianna. Estreou em São Paulo, junto com o violonista Marcos Davi, o seu show autoral, que se desmembrou em vários outros em Porto Alegre, com participações especiais de artistas locais. Algumas das canções do seu novo CD em produção, “A Linha do Tempo”, com lançamento previsto para final de 2014, já estão sendo rodadas em rádios internacionais, como a SwissGroove, rede de rádio suíça; a Algarve FM, de Portugal, e na programação do “Brazilian Blend”, na ORTS da Holanda.

FERNANDO SESSÉ | Nascido em Porto Alegre (1976), começou a tocar bateria aos 12 anos, mas desde os quatro já dava suas batucadas nos encontros musicais que aconteciam em sua casa. Em 1999, após uma temporada de estudos com Robertinho Silva no Rio de Janeiro, mudou-se para lá.  Durante os dois anos seguintes, também foi aluno de Marcos Suzano e Léo Leobons. No retorno a Porto Alegre, em 2002, tocou com artistas de diferentes estilos, como Loni Seiva, Mário Falcão, Marco Aurélio Vasconselos, Adriana Deffenti, Marisa Rotemberg, Gisele de Santi, Nei Lisboa e Caio Martinez. Com alguns, também gravou CDs, como Manoel Tchembo (Revelação Açorianos 2006), Daniel Torres, Gisele de Santi (Revelação Açorianos 2010), Rodrigo Panassolo, Mario Falcão e Caio Martinez. Atualmente integra a banda Gafieira Ziriguidum, acompanha os cantores Mário Falcão, Marisa Rotemberg e Tiago Rinaldi, e está preparando o Oriba 3, um novo trabalho com os percussionistas Robertinho Silva e Frank Colón. Também participa de um projeto de cantos devocionais e mantras de diferentes tradições com Marco Schultz, Rogério Baraquet e Daniel Menegheti.

MAX DOS SANTOS | Deu seus primeiros passos musicais aos oito anos, por incentivo do pai, também músico. Aos 12, começou a estudar com o professor Luiz Machado, período no qual os seus laços com o samba e o choro se fortaleceram. Já acompanhou grandes nomes, como Déo Rian, Plauto Cruz, Reinaldo, Serginho Meriti, Carlos Caetano, Clebão do Cavaco, Luizinho SP. Atualmente, integra o Brasinaria e o Grupo Sambeabá.

GIOVANNI BERTI (PERCUSSÃO) | Começou sua carreira com o compositor Túlio Piva. Já acompanhou artistas gaúchos, como Moreira da Silva, Jards Macalé, Déo Rian, Altamiro Carrilho, Ademilde Fonseca, Jamelão, Marcelo Delacroix, Monica Tomasi, Nelson Coelho de Castro, Leonardo Ribeiro, Marisa Rotemberg e Nei Lisboa. Esteve no palco ao lado de nomes de expressão nacional, entre eles Ivan Lins, Roberto Menescal, Dominguinhos e Sivuca. Participa de várias formações musicais, inclusive orquestra, como a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e orquestras de câmara, como a do Theatro São Pedro, da Ulbra e da Unisinos. Recebeu prêmio de melhor instrumentista em vários festivais: Moenda da Canção, Canto da Lagoa e Festival do Choro de Porto Alegre.

Sambas e canes no show do Brasinaria
   




29/03/14 | 18h | Entrada franca
Chico Chagas apresenta jazz accordion

Foto: Joanna Alves
Chico Chagas | Foto: Joanna Alves

Um dos mais respeitados acordeonistas do país, reconhecido internacionalmente, apresenta no Ecarta Musical o seu estilo jazz accordion – uma mistura entre o samba, bossa, baião e jazz. No repertório, entre outras autorais, In a Sentimental Mood (Duke Ellignton), Rio (Menescal e Jobim), Bananeira (João Donato), Billie Jean (M Jackson).

CHICO CHAGAS – Acordeonista, pianista, tecladista, arranjador, compositor e produtor. Nasceu no Acre, onde viveu até os 15 anos de idade. No Brasil tocou/gravou ao lado de nomes como Naná Vasconcelos, Paulo Moura, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cássia Eller, Elza Soares, Ivete Sangalo, Chitãozinho & Chororó, Beth Carvalho. Morou três anos na Europa, entre Alemanha, França e Inglaterra, estudando e aprimorando seus estudos sobre o acordeon. Estudou com o professor e concertista Romano Viazzani, que mais tarde escreveu em uma revista especializada em acordeon que Chico era um gênio do acordeon moderno. Em Londres criou a Gafieira Brasil, a primeira gafieira da Inglaterra e uma das primeiras da Europa. Ganhou prêmio de melhor show de jazz ao lado do saxofonista britânico Dave O'Higgins (eleito duas vezes o melhor sax jazz player do Reino Unido). Lançou dois CDs no Brasil, gravou um na Inglaterra e um na Itália. Seu último CD, Um Chopin no Bach Ouvindo Forró, com música clássica em rítmos nordestinos, ficou na lista de menção honrosa dos 100 melhores álbuns do ano de 2012 e a música que da título ao álbum, de autoria de Chico ficou entre as 100 melhores.

WORKSHOP – No mesmo dia, das 10h às 13h, o músico falará especificamente sobre o acordeon brasileiro e a influência do acordeon americano e europeu na música brasileira.
Inscrição: R$ 130,00



15/03/14 | 18h | Entrada franca
Duo de canto lírico e acordeon

Foto: Daniel Ferreira
Matheus Kleber | Foto: Daniel Ferreira
Foto: Leonardo Savaris
Elisa Machado | Foto: Leonardo Savaris


A cantora soprano Elisa Machado e o acordeonista Matheus Kleber exploram a liberdade que a música de câmara permite em suas interpretações e mesclam o canto lírico comd um instrumento que, no Brasil, geralmente é utilizado em manifestações artísticas populares, o acordeon. Além de desmistificar possíveis entendimentos de que os estilos são incompatíveis, Elisa e Matheus aproximam diferentes públicos à música erudita. No programa, canções brasileiras e francesas do século passado. A dupla homenageia compositores consagrados, como Heitor Villa-Lobos, Cláudio Santoro, Alberto Costa, Tom Jobim, Gabriel Faurè, Jules Massenet e Francis Poulenc. Os arranjos e as adaptações, em sua maioria, são de Matheus Kleber.

ELISA MACHADO | Graduada em música pela Ufrgs, habilitação em Canto. Iniciou os estudos de música no Conservatório Pablo Komlós, em 1993. Concluiu os cursos de Teoria e Percepção, básico de Trompete (com o professor José Maria Barrios) e avançado de Canto (com o professor Decápolis de Andrade). Entre 1996 e 2001, foi integrante do coro sinfônico da Ospa, onde atuou pela primeira vez como solista. Em 2005 e 2006 foi professora substituta de Canto na UFRGS, e em 2008 foi preparadora vocal do Coro Sinfônico da OSPA, ano em também foi docente do curso de extensão da Unisinos. Tem se apresentado com as principais orquestras do Estado em óperas e concertos, sob a regência de importantes maestros, como Evandro Matté, Antônio Carlos B. Cunha, Frederico Gerling Jr., Túlio Belardi, Leo Fuhr, Cláudio Ribeiro, Ion Bressan, Tiago Flores, Manfredo Schmiedt, Giuseppe Marotta (Veneza/Itália) e Isaac Karabtchevsky. Trabalha, também, na preparação vocal dos coros da Unisinos e da Ulbra. E, para ampliar os conhecimentos sobre voz, cursa Fonoaudiologia na UFRGS.

MATHEUS KLEBER | Começou seus estudos musicais na Fundação Municipal de Artes de Montenegro (Fundarte). Posteriormente, em 2006, radicou-se em Porto Alegre, onde se graduou em Composição pela UFRGS. Juntamente com o músico Pedro Franco, acaba de lançar IDA, o seu primeiro CD autoral, que recebeu cinco indicações para o Prêmio Açorianos em 2013. Também integra o grupo Xquinas, que recentemente lançou o DVD “Xquinando na Travessa Azevedo 79”. Ainda no âmbito da música instrumental, atua ao lado de músicos gaúchos consagrados, como Marcelo Caminha, Angelo Primon, Marcelo Corsetti e Nicola Spolidoro. Atualmente, além de suas atividades como músico é regente em três grupos: o Conjunto Instrumental da Fundarte, o coro “Cantarte” e o grupo “Cordas” de Montenegro.

Duo de canto lírico e acordeon
 
 


25/01/14 | 18h
Da minha janela, de Márcio Celli

Foto: Fernando Antunes
Da minha janela, de Márcio Celli | Foto: Fernando Antunes

Celli (voz), acompanhado por Jefferson Marx (violão), Caio Maurente (baixo acústico) e Fernando Sessé (percussão) apresenta seu primeiro trabalho totalmente autoral, Da minha janela. No repertório do show, Samba de novo (Márcio Celli e Sonekka), Avenida Vazia (Márcio Celli e Patrícia Mello), Por Querer Demais (Márcio Celli e Zé Caradípia), Canção pra dois, Recado pra Oxum, Uma Bossa e Mãe do Vento (Márcio Celli), Quieto (Márcio Celli e Roberto Haag), Sambamba (Márcio Celli e Danny Calixto), Samba Assim (Márcio Celli e Monica Tomasi), Janela (Márcio Celli e Bebeto Alves), entre outras.

O CDDa minha janela, canção título em parceria com Bebeto Alves, que também é autor da foto da capa do disco, traz parcerias com Monica Tomasi, Zé Caradípia, Danny Calixto, Roberto Haag, Patrícia Mello e o paulista Sonekka. A produção musical, arranjos e violões são de Jefferson Marx, pós-produção e mixagem de Leo Bracht, baixo de Edu Martins, bateria de Marquinhos Fê, teclado de Luiz Mauro Filho e percussão de Giovanni Berti. Conta com as participações de Matheus Kleber (acordeon), Rafael Ferrari (bandolim), Milene Aliverti (cello) e Amauri Iablonovski (flautas). O disco foi gravado e mixado no Estúdio Transcendental Áudio e Masterizado na Classic Master/São Paulo, sob a batuta de Carlinhos Freitas, e será distribuído via Tratore. Da minha janela teve o financiamento do Fumproarte da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre.

MARCIO CELLI – Cantor, compositor e radialista, é um dos nomes que prometem da nova safra da Música Popular Brasileira. Estreou na década de 90 no palco do Porto de Elis ,em Porto Alegre, o show Bem Agosto, dirigido por Patsy Cecato. Gravou com as cantoras Glória Oliveira e Flora Almeida, canções que tiveram radiodifusão em várias emissoras do Estado. Em Outubro de 1998, lançou o seu primeiro CD Um Novo Tom. No mesmo ano idealiza a Primeira Mostra de CDS Independentes de Porto Alegre, juntamente com Flora Almeida e Nanci Araújo, conquistando o Troféu de Menção Honrosa no Prêmio Açorianos de Música. Em 2006, lançou o segundo CD, Márcio Celli canta Adriana Calcanhotto, um trabalho de intérprete que lhe rendeu seleção ao Prêmio Tim de Música nas categorias Melhor Cantor e Melhor Disco de MPB. O seu terceiro CD, Da minha janela, foi lançado em 2013, com financiamento do Fumproarte (Secretaria Municipal da Cultura / Prefeitura de Porto Alegre).

JEFFERSON MARX – Guitarrista, violonista, compositor, arranjador e educador. Participou como músico instrumentista e/ou como arranjador em discos de compositores e interpretes; entre eles Maria Lúcia, Marcos Ungaretti, Fernando Giraffa, Fábio Milman, Márcio Celi, DNA Mc’s, Yoli Planagumá, New, Luis Mauro Vianna e Marcelo Ribeiro. É autor de dois livros didáticos destinados ao ensino da música. Em setembro de 2008 gravou um DVD ao vivo de música instrumental com suas composições.

CAIO MAURENTE - Baixista/arranjador natural de Brasília e criado em Gravataí – RS, mora há três anos em Porto Alegre onde atua profissionalmente com artistas como Rafael Ferrari, Jazz Tantã, Márcio Celli, Lucas Berton, Catuípe, Evandro Moah, dentre outros. É formado em Licenciatura em Música pelo IPA e, atualmente, estuda Arranjo/Harmonia Moderna com o baixista / produtor / compositor / arranjador Edu Martins.

FERNANDO SESSÉ - Nascido em Porto Alegre/RS em 30 de julho de 1976, começou a tocar bateria aos doze anos mas desde os quatro já dava suas batucadas nos encontros musicais que aconteciam em sua casa. Aos 17 anos ingressou da faculdade de Adm. de Empresas formando-se 4 anos depois. Mas a música falou mais alto. Após uma temporada de estudos no RJ com Robertinho Silva em 1999, resolveu mudar-se para lá permanecendo por dois anos. No Rio estudou também com Marcos Suzano, Léo Leobons e na Escola de Música Villa-Lobos. Voltando a Porto Alegre em 2002, participou de vários trabalhos apresentando-se por todo o estado tocando com artistas de diferentes estilos, como , Mário Falcão, Mar\co Aurélio Vasconselos, Adriana Deffenti, Marisa Rotemberg, Gisele de Santi, Nei Lisboa, Caio Martinez, Márcio Celli entre outros. Atualmente integra a banda Gafieira Ziriguidum, o trio Saudosa Maloca com Ana Krüger e Pedro Tagliani e participa de um trabalho de cantos devocionais e mantras de diferentes tradições com Marco Schultz, com quem gravou 3 cd’s e um DVD que será lançado esse ano. Têm como característica a união de instrumentos acústicos e eletrônicos.

Da minha janela, de Mrcio Celli
 
 


11/01/14 | 18h

Etnopop
Lançamento do novo CD de Sandro Souza e Douglas Gutjahr
Foto: Gabriela Vitória
Lançamento  do novo CD de Sandro Souza e Douglas Gutjahr | Foto: Gabriela Vitória

O álbum intitulado Etnopop traz onze canções inéditas de Sandro Souza e cinco canções do CD (Re)verso rearranjadas para este novo formato. No show, Sandro Souza (voz e violão) e Douglas Gütjahr (percussão) estabelecem uma aproximação entre a música regional brasileira e a música e linguagem contemporâneas por meio de releitura de modas. No repertório, (Re)verso, Contradição, Anjo da guarda, Fera, De nós, Cosmopampeana, Nus, Inspiração, Vou, Sem contato, Fique atento, Moda, Retrô, Nação, Azul, A Paixão e Etnopop. O novo disco conta com participações especiais da cantora Loma, do compositor Zelito Ramos e de músicos da Ospa, da Orquestra Unisinos e da Orquestra da Ucs.

SANDRO SOUZA – Compositor, violinista e arranjador; integrante das Orquestras Unisinos Anchieta e Sinfônica da UCS. Participou de mais de 50 festivais de música popular no RS, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília; de festivais de folclore na Alemanha e na Áustria; de festivais da Fifa, Cioff e Festival Internacional do Folclore na Coréia do Sul, durante a copa do mundo em 2002; e da gravação de aproximadamente 40 discos/cds/dvds de festivais e de intérpretes. De 1998 a 2003 integrou o grupo musical folclórico da Feevale; de 1998 a 2001 criou, juntamente com César Hack, o Duo Cordas. Foi diretor musical, compositor e responsável pela trilha sonora do espetáculo A Caravana da Alegria, peça musical infantil premiada em vários festivais de teatro do país. Em 2006 foi integrante da peça teatral Café Quintana como músico presente, compositor e diretor musical. A peça percorreu teatros e feiras de livro em todo o estado.

DOUGLAS GUTJAHR – Formado em percussão pela Ufsm. De 2001 a 2004 foi integrante de diversos grupos musicais, entre eles: Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Grupo de Percussão da Ufsm e quarteto de percussão Íncobus. Entre os anos de 2004 e 2009 participou das montagens das óperas I Pagliacci de Ruggero Leoncavallo, A Viúva Alegre, de Franz Lehár, II Trovatore, de Verdi, e do Ballet Coppélia, de Leo Delibes. Foi aprovado na seleção de músicos para as turnês 2007/2008 da Orquestra Jovem Mundial (JMWO). Desenvolve, juntamente com o grupo de música instrumental Sexta Brasileira, um projeto de resgate e pesquisa de músicas escritas por grandes nomes da música brasileira. Como músico convidado realiza constantes apresentações com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul.

Etnopop
 
 




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